quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Das coisas que a Maternidade me ensina.





Certo dia eu li a seguinte frase:  Ser mãe é como um Jogo de Vídeo Game,  a cada fase que passa fica mais difícil. 

Por um momento achei a comparação infeliz,  pra quem tinha um Rn que a cada dia ficava mais fácil de ser cuidado, essa afirmativa não fazia sentindo. 



Mais agora com uma criança pequena em plena transformação,  que a cada dia aprende sobre o mundo e se torna sensível a ele,   vejo que não era do termo ' cuidar ' que a frase se referia,  mais sim dos termos,  educar,  proteger, ajudar, guiar, isso tudo sim é  muito difícil. 



Hoje tenho uma criança ativa de apenas um ano,  que já me diz quando não quer algo, que já tem vontades próprias,  que tem sentimentos a flor da pele.



E agora a ficha da Maternidade começa a cair de verdade, e me ensina que eu preciso passar por todas as fases desse jogo, e que diferente do game,  eu não posso voltar atrás e começar de novo.  


Culpa Materna.









A primeira crise de choro do bebê te faz pensar que você é incapaz de acalma-lo, a primeira assadura te faz achar que é a pior mãe do mundo, o primeiro indicio de engasgo te fará sentir a pior das piores Mães, o sabão no olho, a água do banho muito quente, ou muito fria, os tombos, o primeiro machucado, o calo pelo sapato apertado, em fim, eu poderia continuar aqui a citar inúmeras  situações onde a culpa é inevitável.


A culpa materna é absolutamente normal até o ponto em que não atrapalha o dia a dia da mãe e do bebê.
Se formos parar pra pensar, tudo que nos torna responsáveis, nos da a mensagem automática de que devemos cuidar, e quando algo sai do nosso controle, a culpa é automática.

Apesar dos motivos e das causas serem outras, o responsável somos nós, é por isso que na maternidade não é diferente, somos mães responsáveis por um bem precioso chamado filhos.


Analisando por esse lado podemos reverter toda a situação,  é que na verdade o fato de nos sentir culpadas significa que somos responsáveis,  e se temos esse sentimento é porque  não somos péssimas mães,  pelo contrário somos ótimas, simplesmente por preocupar com nosso bem maior a ponto de ficarmos muito chateadas quando algo acontece. 

Entendeu?  Ficar sem culpa pra mãe que é Mãe de verdade é impossível,  então vamos exercer o pensamento que somos sim Ótimas mães e responsáveis.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Birra, Como reagir a ela? Minha Experiência






Já faz algum tempo que eu planejava colocar em pauta esse assunto aqui no blog, porem ainda não era o momento, digamos que eu estava colocando em pratica as famosas “teorias”.

Só pra esclarecer até uns nove meses ou até um ano o bebê não faz birra, a partir dai ele começa a se jogar no chão, chorar, se agredir e agredir quem esta perto quando é contrariado, e se tratando de uma criança que ainda não fala consequentemente ele é frustrado varias vezes e acontecem as inúmeras birras. Mais isso é absolutamente normal no desenvolvimento, o bebê não tem noção de limites, é você mãe que o ensina.

Eu sempre estudei o comportamento infantil, e aparentemente a técnica mais eficaz nesse caso é ignorar a birra, deixar a criança em um local seguro e simplesmente não dar "ibope" para aquela situação, e aos poucos a criança percebe que aquela atitude de nada resolve, e para de se comporta como tal.

Com 11 meses quase um ano a Heloísa começou a chorar e se agredir, batia a cabeça em qualquer lugar mais próximo, eu sempre a colocava em local seguro, explicava que o comportamento estava errado e deixava que se  acalma-se sozinha, mais ela sempre ficava ainda mais nervosa, chateada e sentida e o comportamento sempre se repetia, ou seja, não estava surtindo efeito eu Ignorar. 

Foi quando decidi estudar mais sobre esse comportamento, e descobri que existi a técnica do abraço, e melhor que entre 11 meses e 18 meses essa era a melhor técnica para conter a birra. Além de simples a técnica é realmente eficaz, e ela que eu estava colocando em pratica antes de vir contar para vocês.
O método é fácil, no momento da birra você só precisa abraçar o seu filho (se possível por trás) e com a voz branda dizer da sua maneira que aquele comportamento não é legal, fale isso o mais baixo possível e ao ouvido da criança,até que ele fique tranquilo, não tenha medo de abraça-lo, talvez você pense que estará dando razão a situação oferecendo carinho, pelo contrario, você estará dando razão se fazer o que o seu filho quer diante da birra, acalma-lo não é dar razão.

Mas Porque essa técnica é indicada para crianças pequenas?
Crianças entre 11 meses e 18 meses, não conseguem lidar com suas emoções, não tem como exigir que um bebê dessa idade seja capaz de respirar fundo e pronto como nos adultos. 

Depois de 18 meses a criança entende melhor as situações e é capaz de reconhecer que seu comportamento não esta adequado, diante disso você já pode ignorar a birra, sempre demonstrando que o comportamento é inadequado.

Lembrando sempre que se você estiver em local publico sempre leve seu filho para um local distante, ou em casos em que a criança não se acalme será necessário que deixe o local.

Mais sem me adentrar nessa segunda fase, essa foi a minha experiência até o momento com a birra, já faz alguns meses que o comportamento de minha filha melhorou muito e os episódios de bater a cabeça deixaram de existir, mais uma vez a empatia, persistência e carinho mostram que é possível criar filhos sem “gritos, agressões”.

Espero que tenha ajudado!




Caso tenham duvidas entre em contato comigo terei prazer em ajudar

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Método Montessoriano, Você conhece?



Depois de ter conhecido superficialmente o Método Montessoriano na faculdade decidi me aprofundar nele logo que  a Heloísa nasceu, então fico decidido que a educação dela seria "Baseada" nesse método. 

Se você não sabe do que eu estou falando segue um breve resumo retirado do "Blog Ser Mãe".

Esse resumo é bem teórico, logo teremos aqui no blog como é a vivência da Heloísa com esse Método.

Falando nisso ja registrei aqui no Blog uma Atividades Montessoriana que apliquei com a Heloísa pra vê la Clique Aqui!

Vamos Lá!



Quem foi Maria Montessori?

Maria Montessori  (1870-1952) foi uma das primeiras mulheres a se formar em medicina na Italia. Mulher à frente da sua época, cientista, feminista, ela também estudou biologia, psicologia e filosofia.  Começou seus estudos com crianças portadoras de deficiência mental e logo percebeu que muitos problemas poderiam ser resolvidos com a pedagogia ao invés da psiquiatria.
Em 1907 foi lhe dada a oportunidade de trabalhar numa escola no bairro pobre e desfavorável de Lorenzo, em Roma: a Casa dei Bambini. Foi neste “laboratório” de experimentação que Montessori construiu e provou o seu método.
Ela nos deixou preciosos fundamentos pedagógicos, com consideráveis obras cientificas que tratam do desenvolvimento da criança e do material necessário para o aprendizado. Ela tinha a convicção de que as crianças nascem com um potencial humano extraordinário, mas que ele só pode ser desenvolvido quando são estimuladas corretamente pelos adultos, desde os primeiros anos de vida.
Ela é reconhecida no mundo inteiro:
  • Foi nomeada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz, entre 1949 e 1951;
  • A apresentação da sua pedagogia e seus resultados foram ovacionados pela Unesco;
Sua filosofia é utilizada por inúmeros educadores, escolas, professores e até mesmo os pais que buscam entender e acompanhar cada fase do desenvolvimento dos seus filhos.

O que é o método Montessori ?




O método é resultado dos estudos e observações de Maria Montessori, o qual considera:
a. que a criança aprende por si mesma, segundo o seu processo natural de desenvolvimento e períodos sensíveis;
b. cada uma possui o seu ritmo;
c. o ambiente deve ser propício ao aprendizado e também deve atender às necessidades especificas da criança.
Segundo Maria Montessori, a criança entre 0 a 6 anos absorve naturalmente tudo que a envolve. É o chamado Espirito Absorvente, que é guiado pelos “períodos sensíveis” no qual a criança vive instintivamente, dentro de um esquema de desenvolvimento pessoal. Seriam eles:
  • O período do movimento (do nascimento a um ano de idade);
  • da linguagem (do nascimento aos 6 anos);
  • dos pequenos objetos (1 a 4 anos);
  • da cortesia, boas maneiras e vida social (2 a 6 anos);
  • dos sentidos (2 a 6 anos);
  • da escrita (3 a 4 anos);
  • da ordem (2 a 4 anos);
  • da música (2 a 6 anos);
  • da higiene/desfralde (18 meses a 3 anos);
  • da leitura ( 3 a 5 anos);
  • das relações espaciais (4 a 6 anos);
  • da matemática (4 a 6 anos).
Cabe ao adulto preparado identificar e respeitar o momento da criança, auxiliando de maneira amorosa e compreensível para que ela desenvolva plenamente suas habilidades.

Princípios

A educação segundo o método de Maria Montessori tem como referencial o desenvolvimento de princípios positivos nas crianças, tais como:
1. O amor ao trabalho – “A atividade da criança é impulsionada por si própria e não pela vontade do mestre”  – O espirito absorvente da Criança, Maria Montessori, Desclée de Brouwer, 2003
A educação Montessori não impõe limites às iniciativas espontâneas tomadas pela criança. A criança pode passar dias a empilhar cubos até conseguir dominar as formas, a lógica da sequencia (do maior para o menor), ter noção dos tamanhos para, enfim, realizar a construção por completo. Ela tem o seu tempo para deslocar o seu material para dentro de um tapete, realizar a atividade e uma vez terminada, arrumar o material na prateleira. Dentro da sala de aula, o aluno montessoriano trabalha o tempo todo. Ele é autor do seu próprio aprendizado e a sua concentração se iguala ao seu amor por chegar ao fim de cada exercício.
2. A autonomia – O aprendizado autônomo é a peça chave da educação de uma criança. O ambiente preparado é o conceito fundamental para que a criança desenvolva o seu potencial. Cada objeto presente numa classe Montessoriana foi concebido para a criança. A disposição dos materiais em prateleiras e o espaço da sala de aula possibilita o desenvolvimento da autonomia. Autonomia para se mover e se instalar. A criança decide trabalhar sentada ou em pé, num tapete ou cadeira.  Os materiais autocorretivos favorecem o aprendizado individual e a concentração.
Este mesmo princípio pode ser transportado para o ambiente familiar, onde a casa é preparada para receber e acolher a criança, proporcionando momentos únicos de experiências e desenvolvimento.
3. O respeito a si mesmo e aos outros – Favorecer o respeito e cuidado pelo ambiente são essenciais na pedagogia Montessoriana. O respeito pelo material e pelo trabalho dos outros também  é cultivado desde cedo. Os materiais são belos, bem acabados e alguns são frágeis. A criança aprende a cuidar do que lhe é disponibilizado e a aguardar quando o material esta sendo utilizado por outra criança. Treina-se o desenvolvimento visual (o belo), a paciência e a atenção da criança.
4. As capacidades sensoriais – “A educação sensorial é necessária, como base da educação estética e da educação moral. Ao multiplicar as sensações e ao desenvolver a capacidade de apreciar as mais ínfimas diferenças entre os estímulos, afinamos a sensibilidade.” Maria Montessori, Pedagogia Cientifica (tomo 2, 2007), Desclée Brouwer.
O material desenvolve todos os sentidos das crianças. O tocar, o ouvir, os cheiros, a visão, o paladar. A criança descobre por si mesma os conceitos de base de matemática ou de física pelas atividades sensoriais.
5. A autodisciplina – O ambiente e o método encorajam o aprendizado e a autodisciplina da criança. O ambiente convida a criança a se controlar, a dominar seus gestos, seus deslocamentos, sua energia. Graças a este princípio, a educação Montessori permite o desenvolvimento natural dos valores positivos nas crianças.
Para Maria Montessori, o importante é criar as condições no ambiente da criança para que ela responda aos períodos sensíveis e também apresentar atividades adaptadas, afim de que seu desenvolvimento possa se realizar nas melhores condições.

Um pouco mais sobre a independência:

É a capacidade de fazer as coisas por nós mesmos e pensar por nós mesmos.
Seu filho torna-se independente através de sua própria atividade. O que você deve deixar seu filho fazer? Ao ser incluída nas simples atividades diárias, ele começa a entender rotinas, seu papel na família e suas próprias habilidades. Quando você oferece opções para os momentos certos e só dar uma mão quando ele precisa de ajuda, você pode estar dizendo a ele:
“Eu sei que você pode fazer isso por si mesmo.” Ele ganha habilidades, confiança e uma atitude “eu posso fazer isso”, o que ele vai levar com ele ao longo de sua vida.
Seu filho vai estar no caminho para a independência quando você seguir estes três princípios fundamentais:
1 Criar um ambiente acessível.
2 Mostrar ao seu filho como fazer as atividades diárias que levam à independência.
3 Conciliar o seu tempo com a criança e suas atividades diárias.

Um pouco sobre a Liberdade de Escolha do Trabalho:

As características do trabalho livre são as seguintes: – O ambiente preparado. – Oferta do material, que deve ser mantido em desenvolvimento, adaptado de acordo com a idade e capacidade da criança. – A liberdade da criança na escolha de prioridades de trabalho, “liberdade de escolha”. – Assegura-se, que a criança conhece os materiais, só então ele pode ser “livres para escolher”. – Ambiente de aprendizagem com atmosfera positiva e pacífica e a relação confiante entre o adulto e a criança, também são características importante para o trabalho livre. – A criança também deve ter a liberdade, de decidir sua forma social de trabalho (sozinho , com um parceiro ou em grupo ).
Segundo Maria Montessori, somente através da escolha livre de trabalho, a criança poderá revelar sua natureza, seus interesses, seu talento e criatividade, reconhecer-se e desenvolver-se.”

O material Pedagógico Montessori:

  • É cientificamente elaborado;
  • É sensorial: permite à criança sentir o conceito de maneira concreta antes de aprender de maneira abstrata;
  • É estético: o material deve seduzir as crianças, deve ser belo para que a criança tenha o desejo de trabalhar com ele;
  • É adaptado à força e ao tamanho da criança, que desenvolve confiança em si mesma;
  • Isolamento de qualidades: o material integra somente uma dificuldade por atividade (por exemplo: se a criança trabalha com a forma, todas as cores serão as mesmas);
  • São baseados no controle de erro, a fim de que a criança possa corrigir por si própria;

Em casa 



A aplicação da pedagogia Montessori em casa é, antes de mudar o olhar sobre a criança, é mudar o nosso estado de espírito enquanto pais.
Alguns princípios para a aplicação da pedagogia em casa:
Tenha confiança no seu filho
– Ao preparar um ambiente propício, ao retirar do seu alcance os objetos que representam perigo ou que são muito frágeis e adaptar as instalações e objetos da vida cotidiana à criança, permitindo com que ela faça sozinha e em segurança.
– Ao apresentar os objetos do seu meio familiar e o seu modo de utilização, ensinando de forma lenta e precisa a maneira correta de utilizá-los.
– Ao respeitar a atividade espontânea e os períodos sensíveis que ele atravessa.

Como e por onde começar – Ambiente preparado em casa

O Quarto
  • Deve ser bem organizado, agradável e seguro para que a criança possa explorá-lo.
  • cama deve ser baixa ou o colchão deve estar no chão para que a criança tenha a liberdade de movimentar-se, dormir e acordar sozinha. Evita-se o uso do berço, pois este limita o campo de visão da criança e impede o desenvolvimento de sua autonomia.
  • A partir de cinco anos, pode colocar um saco de dormir ao invés de lençóis ou cobertores. Isto pode ajudar a criança a arrumar a cama sozinha.
  • Instalar um pequeno porta-casacos na altura da criança e um espelho. Para bebês, o espelho deve estar na horizontal; para as crianças maiores que já conseguem ficar em pé, o espelho deve ser fixado na vertical.
  • Colocar quadros harmoniosos, com imagens de boa qualidade, que tenham crianças ou animais. Colocar na altura da criança para que ela possa apreciar.
  • Não utilizar  baús ou caixas para colocar todos os brinquedos desordenadamente. Isto causa a sensação de desordem. Privilegie as estantes baixas para dispor livros e brinquedos. Organize os brinquedos e jogos em caixas adaptadas de preferência transparentes; use etiquetas que identifiquem o que há dentro das caixas ou cestos. Disponibilize poucos brinquedos e que correspondam à etapa de desenvolvimento da criança e adote o rodízio.
  • Cômodas e gavetas devem estar na altura da criança para que ela consiga olhar o que tem dentro e possa vestir-se sozinha. Etiquetas também ajudam a criança a compreender o que tem dentro das gavetas.
  • Encoraje a criança a colher flores do campo para decorar seu quarto com pequenos vasos.
  • Reserve um espaço para um pequeno museu natural. A criança poderá colocar as pedrinhas, grãos, conchas ou penas que encontram durante os passeios.
A Cozinha
  • Organize a cozinha para que a criança possa ter um espaço de trabalho ou que tenha acesso com segurança (banqueta, escadinha ou cadeira adaptada) à pia ou bancada.
  • Reserve um espaço na geladeira para o seu filho para que ela possa servir-se do seu suco, água, frutas, iogurte ou ingredientes para fazer um sanduiche, por exemplo. A responsabilidade de escolher alimentos saudáveis é dos pais!
  • Reserve uma gaveta para a criança. Lá deverão estar os seus talheres, pratos, copos e guardanapos da criança.
  • É importante que a criança tenha seu lugar para fazer as refeições. Pode ser em uma cadeira que se adapte à mesa, o então uma mesinha com cadeiras da sua altura.
Banheiro
  • A criança deve aprender a utilizar o banheiro corretamente, ou seja: abrir e fechar a torneira, utilizar o sabonete para lavar as mãos, escovar os dentes sozinha ou com o mínimo de ajuda possível, usar o vaso sanitário adequadamente.
  • Mantenha uma pequena escadinha para auxiliar a criança.
Outros espaços como sala, corredores, escritório
  • Sempre que possível, crie espaços para a criança nos mais variados lugares da casa, sempre observando a funcionalidade do local e dos materiais disponibilizados (cantinho da música, da leitura, da meditação…)
  • Organize um espaço de artes com um cavalete e uma grande mesa para desenhar e materiais para os trabalhos manuais.
  • Disponibilize materiais para o trabalho manual das crianças; organize-os em caixas separadas preferencialmente transparentes para que a criança possa identifica-los. Os materiais a serem disponibilizados dependem muito da idade da criança, tais como massinhas, lápis de cor, giz de cera, canetinhas, papéis, pequenos pedaços de tecidos e reciclagem que podem ser utilizados nas colagens.
Vida Prática
Atividades pedagógicas em casa: Todas as ações da vida prática – e relacionadas ao cotidiano –  fazem parte das atividades Montessori. Constituem-se numa verdadeira ginástica para os músculos, desenvolvendo a coordenação motora ampla e fina (preparação para a escrita) e também estimulam as atitudes adequadas nas relações sociais.
Nesta área vamos encontrar os exercícios de caminhar e correr, subir e descer, carregar objetos, encher, esvaziar, transpor líquidos e objetos, abrir, fechar, dobrar, recortar, colar, limpar, lavar, lustrar, cuidar de plantas, cuidar do ambiente, cuidar de si mesmo, entre outras.
As atividades devem ser orientadas e supervisionadas por um adulto até que a criança adquira confiança e maturidade para realizá-las sozinha.

Como trabalhar com as crianças

Cesto dos Tesouros (indicado para bebês que já sentam e crianças com pouco mais de 1 ano)
A partir do momento que o bebê consegue ficar sentado e segurar objetos nas suas mãos, pode ser apresentado o cesto de tesouros. Os objetos devem ser grandes o suficiente para que, caso a criança os coloque na boca não haja o risco de acidentes.
O objetivo do cesto é apresentar diferentes texturas, sons, cores, formas, pesos e aromas e que o bebê ou a criança possa explorar e conhecer. Observe o olhar atento do seu filho ao explorar cada objeto!
Algumas ideias para compor os cestos:
  • Metal: colheres, fouet, sininho, tampa da pia.
  • Natureza: pinhas, penas, semente de abacate, uma grande concha.
  • Vidro: potinhos de ervas aromáticas com bolinhas dentro (som).
  • Tecidos e couro: fitas de cetim, pelota de lã, pequeno porta moedas, lenço de seda, pompom.
A evitar:
  • Pequenos objetos que representam risco de sufocamento;
  • Objetos que tenham pontas (atenção aos plásticos!);
  • Objetos que contenham pérolas, bolinhas ou elementos que a criança possa desmontar;
  • Tudo que for perigoso se a criança colocar na boca (produtos tóxicos, alergênicos ou pequenos);
  • Tintas tóxicas.
Caixa Sensorial (indicada para crianças a partir de 1 ano e meio ou mais que já conseguem interagir bem com os objetos pequenos)
Além do estímulo dos sentidos, a caixa sensorial permite à criança desenvolver a criatividade e a concentração. Um tema pode ser escolhido para que a criança brinque, aprenda, viva a situação de forma lúdica e amplie o seu vocabulário.
Deve ser composta por 2 elementos: um sensorial, normalmente que “forra” a caixa e outro de manipulação, que são os materiais que serão manipulados. Estes dois elementos devem estar interligados. Por exemplo: se a base for água (elemento sensorial), os materiais podem ser: animais da água, utensílios da cozinha (elementos de manipulação).
Algumas ideias de caixas sensoriais:
  • Estações do ano;
  • Água com conceitos de higiene e cuidado de si próprio (exemplo: banho nas bonecas);
  • Cores, formas, pesos, medidas, aromas;
  • Festividades (Natal, Pascoa, Dia da Independência…);
Materiais:
  • Grãos
  • Areia
  • Massas, arroz, farinhas
  • Isopor, confetes, pedaços de papel, serragem…
A lista pode ser imensa, enfim, use a criatividade para compor uma caixa sensorial!
Circuito Psicomotor
Atividade motora onde a criança exercita a concentração, coordenação motora, noção espacial e também se diverte. Pode ser feito em casa, no quintal, em qualquer lugar que tenha espaço para montar um circuito com obstáculos para transpor






sexta-feira, 18 de setembro de 2015

8 Itens Que parecem Desnecessários mais são Necessários para um Bebê.


Fiz um post sobre os 8 itens do enxoval de um bebê que são desnecessários, hoje vou fazer dos itens que pra mim foram fundamentais e de alguns que me arrependi de não ter investido. Vamos lá!

1- Cadeira de Alimentação Pratica.

Comprei uma cadeira trambolho que só tinha beleza, perdi a chance de evitar estresse se tivesse comprado um modelo mais simples e pratico como o modelo abaixo:

2- Poltrona de Amamentação.

Como eu desejei uma poltrona a cada segundo em que amamentava, eu pensei que o sofá da sala seria o ideal e que não precisaria investir, mais só de lembrar já doí minha coluna. Essa é uma dica pra quem pretende amamentar em livre demanda e se dedicar a isso, no próximo baby com certeza sera o primeiro item que vou comprar.

3- Almofada de Amamentação.

Eu não sei o que houve, mais eu enrolei tanto com outras coisas do enxoval, que a minha bebê nasceu eu acabei não comprando, e me fez uma falta danada. Sem contar que ela serve tanto para amamentar quanto para apoiar o bebê. 


4- Carrinho de Passeio.

No post Dos Desnecessários (Clique aqui) eu falei do carrinho trambolho, pois é meses depois de descobrir que pra minha realidade ele não funcionava eu comprei o carrinho de passeio, que é a melhor coisa dessa vida, leve e pratico, como um guarda chuva rsrs! Não troco esse carrinho por nada, e tem alguns modelos que deitam e é ótimo para bebês que não sentam ainda.


5- Fralda de Boca.

Aquelas fraldas pequenas são a melhor coisa que inventaram, me desculpe mais eu acho muito feio aquela fralda grande branca pendurada na mãe, isso acaba com o look ( que já não fica dos melhores) os panos de boca são pequenos e lindos, eu amei.



6- Meias.

Tenham Muitas Muitas, de todas as cores e modelos, ah compre bastante as meias sapatilhas, enquanto seu bebê não andar elas vão ser muito confortáveis.




7- Kit Bolsa de Maternidade

Parece coisa de luxo, mais não é, bolsa você usa pra tudo, sem contar que no inicio você carrega quase o guarda roupa todo, então não tenha medo de investir em um kit de bolsa de qualidade. Comprei uma com qualidade mediana e agora Um ano depois tenho que compra outras. (Olha a situação).

8- Body ou Bodie

Quem inventou o Body merece um prêmio, seja de manga curta ou longa, eles são ótimos , deixa o bebê bem vestido e lindo, fora que é muito prático.Esse na minha opinião é o item do enxoval que você pode ter muitos.




Bom é isso, espero que tenham gostado! 




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

8 Itens que parecem necessários mais são desnecessários para um Bebê .



1- Conjunto Pagão.
Quem é mãe sabe que um Body e um Mijão substituem perfeitamente esses conjuntos. Lembro que comprei três na época,  e não usei nenhum, porque na hora do vamos ver eu já pegava o  mais pratico e confortável. No próximo não compro! 


2- Camisetinhas.
Gente pra que coisa mais desconfortável do que você pegar um bebê que a camisetinha fica se levantando o tempo todo? Bebê de colo e camisetinha não combinam, isso é outro item que você pode trocar por body sem medo ( Alias Gente Body é Vida) . 
Camiseta só veio funcionar aqui quando a bebê começou a andar.

3- Tesourinha de unha.

A unha do bebê é tão fininha e tão delicadinha que aquela tesourinha de unha não corta nada, prefira um cortador de unha, ele é bem mais prático e ideais para as unhas do bebê.(Isso se você achar o cortador separado, porque geralmente vem os dois juntos, como se quisessem empurrar a tesourinha para os consumidores).

4 – Excesso de roupas RN e sapatinhos minúsculos.

Eu digo que todo tanto que você compra é muito, eu perdi em questão de dias, algumas até sem usar.
Os sapatinhos eu fui inteligente, comprei apenas um RN e de cor clara, e acabou que usei duas, três vezes. 


5-Babador de tecido.

Babador de Tecido Mancha com facilidade, e deixa o seu bebê com o peitinho úmido, então prefira babador de plastico, que esta em alta.



6- Carrinho de Bebê (Grande).

O carrinho eu escolhi um modelo menor que os tradicionais, e mesmo assim ainda achei grande, pra empurrar era um saco, colocar no carro então, alem de chato para fechar ainda tomava o espaço inteiro do caro.





7- Berço Desmontável ( ou chiqueirinho) 

Comprei esse berço com o único intuito de colocar no meu quarto, e não gostei dele por três motivos: *Era muito desconfortável, e alem de tudo o bebê não pode se mexer que fazia um barulho chatissimo ( Heloisa acordava varias vezes) .
*Acordava na madrugada para amamentar, e quando ia colocar a bebê no berço ele estava um gelo, cá entre nos por algum motivo aquele berço esfria muito mais rápido. 
*Quando ele virou Cercadinho/Chiqueirinho, tentei deixar a Heloísa brincando nele, mas ela nunca gostou e nem eu, melhor colocar um tapete no chão ou um colchão substituiu facilmente, só não substitui se sua intenção é deixar seu filho preso nele.



8-Cadeira de Alimentação ( Tradicional)

Muitas marcas lançaram a cadeira de alimentação que encaixa na cadeira da sua casa mesmo, e eu mesmo diante desse lançamento acabei comprando a tradicional ( trambolho) . Ocupa muito espaço e é péssima para limpar.

 


Bom esses são os itens desnecessários, em breve teremos um post sobre os itens que não vivo sem e que me arrependi de não ter comprado! Aguardem. 



terça-feira, 15 de setembro de 2015

Caderneta de Vacina, mais Fofa e Protegida!



Toda caderneta de vacina deveria ser de capa dura! Quem concorda?

Mais como não é a gente da um jeitinho. Eu demorei pra encapar a caderneta, mesmo sabendo que corria o risco de rasgar ou sujar, até o dia que por um descuido meu, a Heloísa rasgou a capa!

E depois do acidente, só depois encapei! E resolvi mostra pra vocês o resultado!


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O material usado, foi o mais simples e com itens que eu já tinha em casa: A caderneta, Tecido, Feltro, tesoura , caneta com Glitter, Cola que foi substituída pela fita adesiva pra colar o tecido na caderneta, e Papel Contact.






O tecido não é o material mais fácil a ser utilizado, mais com jeitinho a gente consegue, é só encapar e ir colando,  sempre testando pra ver se não atrapalha no abrir e fechar do livro.
Feito isso, você pode decorar o tecido da forma que preferir, eu optei por um tecido branco, o feltro, cortei uma moldura mais provençal e escrevi o nome! 



Logo depois encapei novamente com o Papel Contact transparente, é ele que da o acabamento final, o brilho no tecido, ele é o responsável pela proteção da sua caderneta.


Ficou bem Simples, mais a minha cara e da Heloísa, para o nosso estilo esta perfeito!

Mais deixo aqui algumas inspirações lindas também! 





Obs: Imagens a cima retiradas do Google Imagens!