quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Das coisas que a Maternidade me ensina.





Certo dia eu li a seguinte frase:  Ser mãe é como um Jogo de Vídeo Game,  a cada fase que passa fica mais difícil. 

Por um momento achei a comparação infeliz,  pra quem tinha um Rn que a cada dia ficava mais fácil de ser cuidado, essa afirmativa não fazia sentindo. 



Mais agora com uma criança pequena em plena transformação,  que a cada dia aprende sobre o mundo e se torna sensível a ele,   vejo que não era do termo ' cuidar ' que a frase se referia,  mais sim dos termos,  educar,  proteger, ajudar, guiar, isso tudo sim é  muito difícil. 



Hoje tenho uma criança ativa de apenas um ano,  que já me diz quando não quer algo, que já tem vontades próprias,  que tem sentimentos a flor da pele.



E agora a ficha da Maternidade começa a cair de verdade, e me ensina que eu preciso passar por todas as fases desse jogo, e que diferente do game,  eu não posso voltar atrás e começar de novo.  


Culpa Materna.









A primeira crise de choro do bebê te faz pensar que você é incapaz de acalma-lo, a primeira assadura te faz achar que é a pior mãe do mundo, o primeiro indicio de engasgo te fará sentir a pior das piores Mães, o sabão no olho, a água do banho muito quente, ou muito fria, os tombos, o primeiro machucado, o calo pelo sapato apertado, em fim, eu poderia continuar aqui a citar inúmeras  situações onde a culpa é inevitável.


A culpa materna é absolutamente normal até o ponto em que não atrapalha o dia a dia da mãe e do bebê.
Se formos parar pra pensar, tudo que nos torna responsáveis, nos da a mensagem automática de que devemos cuidar, e quando algo sai do nosso controle, a culpa é automática.

Apesar dos motivos e das causas serem outras, o responsável somos nós, é por isso que na maternidade não é diferente, somos mães responsáveis por um bem precioso chamado filhos.


Analisando por esse lado podemos reverter toda a situação,  é que na verdade o fato de nos sentir culpadas significa que somos responsáveis,  e se temos esse sentimento é porque  não somos péssimas mães,  pelo contrário somos ótimas, simplesmente por preocupar com nosso bem maior a ponto de ficarmos muito chateadas quando algo acontece. 

Entendeu?  Ficar sem culpa pra mãe que é Mãe de verdade é impossível,  então vamos exercer o pensamento que somos sim Ótimas mães e responsáveis.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Birra, Como reagir a ela? Minha Experiência






Já faz algum tempo que eu planejava colocar em pauta esse assunto aqui no blog, porem ainda não era o momento, digamos que eu estava colocando em pratica as famosas “teorias”.

Só pra esclarecer até uns nove meses ou até um ano o bebê não faz birra, a partir dai ele começa a se jogar no chão, chorar, se agredir e agredir quem esta perto quando é contrariado, e se tratando de uma criança que ainda não fala consequentemente ele é frustrado varias vezes e acontecem as inúmeras birras. Mais isso é absolutamente normal no desenvolvimento, o bebê não tem noção de limites, é você mãe que o ensina.

Eu sempre estudei o comportamento infantil, e aparentemente a técnica mais eficaz nesse caso é ignorar a birra, deixar a criança em um local seguro e simplesmente não dar "ibope" para aquela situação, e aos poucos a criança percebe que aquela atitude de nada resolve, e para de se comporta como tal.

Com 11 meses quase um ano a Heloísa começou a chorar e se agredir, batia a cabeça em qualquer lugar mais próximo, eu sempre a colocava em local seguro, explicava que o comportamento estava errado e deixava que se  acalma-se sozinha, mais ela sempre ficava ainda mais nervosa, chateada e sentida e o comportamento sempre se repetia, ou seja, não estava surtindo efeito eu Ignorar. 

Foi quando decidi estudar mais sobre esse comportamento, e descobri que existi a técnica do abraço, e melhor que entre 11 meses e 18 meses essa era a melhor técnica para conter a birra. Além de simples a técnica é realmente eficaz, e ela que eu estava colocando em pratica antes de vir contar para vocês.
O método é fácil, no momento da birra você só precisa abraçar o seu filho (se possível por trás) e com a voz branda dizer da sua maneira que aquele comportamento não é legal, fale isso o mais baixo possível e ao ouvido da criança,até que ele fique tranquilo, não tenha medo de abraça-lo, talvez você pense que estará dando razão a situação oferecendo carinho, pelo contrario, você estará dando razão se fazer o que o seu filho quer diante da birra, acalma-lo não é dar razão.

Mas Porque essa técnica é indicada para crianças pequenas?
Crianças entre 11 meses e 18 meses, não conseguem lidar com suas emoções, não tem como exigir que um bebê dessa idade seja capaz de respirar fundo e pronto como nos adultos. 

Depois de 18 meses a criança entende melhor as situações e é capaz de reconhecer que seu comportamento não esta adequado, diante disso você já pode ignorar a birra, sempre demonstrando que o comportamento é inadequado.

Lembrando sempre que se você estiver em local publico sempre leve seu filho para um local distante, ou em casos em que a criança não se acalme será necessário que deixe o local.

Mais sem me adentrar nessa segunda fase, essa foi a minha experiência até o momento com a birra, já faz alguns meses que o comportamento de minha filha melhorou muito e os episódios de bater a cabeça deixaram de existir, mais uma vez a empatia, persistência e carinho mostram que é possível criar filhos sem “gritos, agressões”.

Espero que tenha ajudado!




Caso tenham duvidas entre em contato comigo terei prazer em ajudar